terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Pego ou não pego?

Hoje, fazendo o café, vi que o lixo da cozinha estava transbordando. Ontem foi meu dia de recolher os lixos. Na verdade o dia existe somente porque um dia existiu. 
Como atualmente estamos em três funcionárias, não dá para distribuir quem faz o quê, e em que dia. Até porque uma das funcionárias nunca se dispôs a ajudar nesses afazeres: recolher lixo, fazer café, atender telefone, atender a porta. Sendo assim, ficaram duas. Eu e a outra mocinha. Então a gente faz conforme dá. 
Como não está acumulando muito lixo, a gente deixa para recolher quando está bem cheio – ou transbordando.
Então, hoje, ao recolher o da cozinha, passei recolhendo os lixos das mesas. E sabe aquela voz que de vez em quando ouvimos? Não no ouvido. No pensamento! Essa voz sugeriu que eu não pegasse o lixo da colega que não ajuda em nada. E olha que o lixo dela estava cheio, até a boca.
Em seguida já tinha outra voz questionando: Será que ela não ajuda porque é egoísta? Ou porque é o jeito dela? E que bem você (eu) estaria fazendo recolhendo todos os lixos, menos o dela?
Enfim... Recolhi o lixo da colega também.
Se eu estou fazendo certo ou errado não sei. Mas, com certeza se eu tivesse pegado todos os lixos, menos o dela, estaria com a consciência pesada.

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Falta de privacidade

Alô! De onde falam?
- Google´s pizza.
... - Mas este telefone não era da Pizzaria do Gordo?
- Sim senhor, mas a Google comprou.
- OK. Anote meu pedido.
- O Senhor vai querer a de sempre?
- A de sempre? Você me conhece?
- Segundo nossa planilha de dados do identificador de chamadas, nas últimas 12 vezes, o senhor pediu meia quatro queijos, meia calabresa, massa grossa.
- Tá! Vai esta mesmo...
- Posso sugerir-lhe, desta vez, meia ricota, meia rúcula com tomate seco.
- O quê? Odeio verduras.
- É que seu colesterol não anda bom, senhor...
- Como você sabe?
- Cruzamos o número de sua linha fixa com seu nome, pelo guia de assinantes. 
Temos o resultado dos seus exames de sangue dos últimos 7 anos.
Além disso, segundo dados da seguradora, o senhor tem consultado um cardiologista. 
- Ok, mas eu não quero essa pizza! Já tomo remédio...
- Desculpe-me, mas o senhor não tem tomado remédio regularmente. 
Pelo nosso banco de dados comerciais, faz 4 meses que o senhor adquiriu uma caixa com 30 comprimidos para colesterol com desconto na Rede Drogasil, onde é cadastrado.
Parcelou em 3 vezes sem acréscimo, conforme informações da administradora do seu cartão Visa final 5692.
- Posso ter comprado com cheque ou dinheiro, seu esperto...
- Só se foi em dólares não declarados.
O senhor emitiu apenas 2 cheques nos últimos 3 meses, segundo seus dados bancários.
Suas retiradas em dinheiro costumam ser de R$ 750,00 e ocorrem pouco antes do dia 10, possivelmente para pagar sua empregada que recebe esse salário desde maio. 
- Até o salário da empregada... Como você sabe?
- Pelo valor do INSS que o senhor recolhe mensalmente através do banco online.
- Vá se danar, seu metido!
- Me desculpe, senhor, utilizamos tais informações apenas com a intenção de ajudá-lo. 
- Chega! Estou de saco cheio de google, facebook,  twitter, whatsApp, tablets, falta de privacidade. Vou para as ilhas Fiji ou, sei lá, para outro lugar sem internet, TV a cabo, onde celular não dê linha e com ninguém para me vigiar.
- Entendo senhor... Só uma última coisinha...
- O que foi agora?
- Seu passaporte está vencido.

***
O texto acima foi compartilhado pela minha dinda, no dia 10/01, às 14h57min. Achei interessante, pois, ele deixa claro que não temos mais privacidade. No fim, nós mesmos colocamos nossa vida "em exposição", isso porque precisamos acompanhar a evolução tecnológica.  

domingo, 14 de janeiro de 2018

Caminhadas aceleradas

Ontem eu cansei! Andei muito!!
Começou logo cedo. Bruno e eu saímos do apê às 8h04min, para ir à casa onde ele morava, que fica a 2km. A gente tinha que estar lá às 8h30min, pois, tinha um chaveiro nos esperando. Juro que as últimas duas quadras pareciam que viraram quatro. Pensa em uma pessoa que reclamava. Eu me estranhei. Até comentei com o Bruno que eu nem parecia uma pessoa que estava acostumada a andar. Acho que o problema era saber que tinha horário para chegar.
A outra caminhada acelerada foi do ponto do ônibus até a loja “Maravilhas do Lar”. Era 12h40min. Eu ia ver um presente para o Felipe e tinha que estar na minha sogra (que mora quase 3 quadras da loja) às 13h. E do ponto de ônibus até a loja tinha uma subidinha. Haja panturrilha. Dentro da loja, um sufoco. Além de ver que as filas estavam enormes, não encontrava o boneco. E tinha mais um agravante. A bateria do meu celular estava no vermelho. Tinha combinado com o Danilo que ia deixar com ele no trabalho, para ele carregar. Eu pegaria no final do dia, após sair da casa da dona Odete. Eu ia precisar do celular para chamar um UBER para ir até a casa da Eliane, onde estava tendo a festa do aniversário do Felipe.
No desespero, por estar em cima da hora, não conseguia encontrar o presente. Mandava fotos e mensagens para a Eliane. Quando ela falou qual era, eu tive que sair da loja, pois, não daria mais tempo de passar no caixa.
A terceira caminhada acelerada foi da loja até o trabalho do Danilo. A casa da minha sogra fica na metade do caminho. E novamente as quadras dobraram de tamanho. E os minutos se tornaram segundos. De tão rápido que passavam.
Então, quando estava na esquina da casa da minha sogra faltavam 02 minutos para às 13h. E metade do caminho para chegar até o Danilo. E que eu fiz? Fui para a casa da dona Odete. Lá eu veria o que ia fazer.
Após entrar na casa. Cumprimentar a dona Odete e a cuidadora, fui procurar o carregador do celular da minha sogra. Encontrei. Mas, ele é daqueles antigos (ponta redonda). Não servia! Pior que o telefone fixo não estava funcionando. A irmã do Zé tinha avisado durante a semana que era para deixarmos o celular “pessoal” carregado e por perto. Vai que precisassem falar com a gente.
Mas eis que, a cuidadora tem um carregador, que ela deixa na casa da dona Odete. E ela me emprestou. Que alívio. Avisei o Danilo que não iria mais levar o celular para ele carregar.
E no fim do dia, voltei a loja para comprar o presente e de lá chamei o UBER.
No fim, deu tudo certo.
Só hoje que estou com as pernas doendo. E nem foram tantos quilômetros de caminhada. Acho que o pior foram os horários e estar com a bateria do celular acabando. Tenso!!

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Casa no Campo

Faz tempo que não falo nada sobre música aqui. E olha que do momento que eu levanto da cama, até o momento que eu me deito, o rádio está ligado. Ou seja, ouvir música faz parte do meu dia a dia.


Mas hoje quis escrever sobre essa música que acho linda. Linda. Linda! É uma montagem exclusiva da rádio Nova FM.
A música “Casa no Campo”, de Zé Rodrix e Tavito Moura, fez sucesso com Elis Regina em 1972.
E hoje, na Nova FM, podemos ouvi-la com Elis e Pedro Mariano – seu filho.
Fico em êxtase quando ouço essa música. Principalmente por ouvir mãe e filho cantando juntos. Não encontrei vídeo da montagem, mas só de pensar, emociona!
Eu não me lembrava dessa música, mas hoje quando a ouço vejo o quanto a melodia e a letra são maravilhosas. Eu sou de uma geração que as músicas tinham “boas letras”. Então ouvir “Casa no campo”, me conduz a um lugar que gostaria de estar. Ainda mais hoje em dia que a vida está tão complicada. As pessoas andam tão estressadas.
Quem não quer uma casa no campo? Quem não quer o silêncio das línguas cansadas? Quem não quer uma casa no campo - Onde possa plantar os amigos, os discos e livros e nada mais?
Eu quero!

AQUI tem a música cantada somente pela Elis e a letra. 

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Muitas mudanças ocorreram no mundo, nos últimos tempos

Quem não se renovar ou reinventar com certeza ficará a margem das inovações e conhecimentos. 

Muitas mudanças ocorreram no mundo nos últimos tempos...

1) O Spotify faliu as gravadoras;

2) O Netflix faliu as locadoras;

3) O Booking complicou as agências de turismo;

4) O Google faliu a Listel, Páginas Amarelas e as enciclopédias;

5) O Airbnb está complicando os hotéis;

6) O Whatsapp está complicando as operadoras de telefonia;

7) As Mídias sociais estão complicando os veículos de comunicação;

8) O Uber está complicando os taxistas;

9) A OLX acabou com os classificados de jornal;

10) O Smartphone acabou com as revelações fotográficas e com as câmeras amadoras;

11) O Zip Car está complicando as locadoras de veículos;

12) A Tesla está complicando a vida das montadoras de automóveis;

13) O E-mail e a má gestão complicou os Correios;

14) O Waze acabou com o GPS;

15) O 5 Andar está acabando com as imobiliárias que intermediam aluguéis;

16) O Original e o Nubank ameaçam o sistema bancário tradicional;

17) A Nuvem complicou a vida dos Pen drive;

18) O Youtube complica a vida das tvs. Adolescentes não assistem mais canais abertos;

19) O Facebook complicou a vida dos portais de conteúdo;

20) O Coaching mudou a forma de aprender, pensar e agir,  levando a um novo modelo mental, gerando resultados extraordinários em um curto espaço de tempo nas organizações;

21) O Tinder e similares complicando baladas e "similares";

22) Com o Banco online não precisa mais ir até às agências;

E você acha que vai durar quanto tempo seu emprego na forma atual?

...e você quer viver como vivia há 10 anos?

Temos que nos reinventar diariamente para continuarmos nesse "jogo" chamado VIDA. 

VAMOS EM FRENTE... Não porque atrás vem gente... Mas, porque já tem muita gente na nossa frente!!!

*** 
A mensagem acima foi compartilhada pela minha dinda, no dia 08/01, às 12h16min.